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Nova secretária-geral de Governo tem mais de 20 anos de carreira e formação em tecnologia

A Secretaria-Geral de Governo (SGG) de Goiás passa a ser comandada, de forma interina, por Danielle Gomes de Oliveira, servidora de carreira com mais de duas décadas de atuação na administração pública estadual.

A mudança ocorre em meio à reconfiguração do primeiro escalão do governo, após a saída do então titular da pasta, Adriano da Rocha Lima, em decorrência das alterações administrativas com a nova gestão estadual.

Trajetória consolidada no serviço público

Danielle Gomes ingressou no serviço público em 1999 e, desde então, construiu uma trajetória marcada pela atuação em áreas estratégicas do governo. Ao longo dos anos, passou por órgãos como a Secretaria da Fazenda e a Saneago, acumulando experiência técnica e administrativa.

Antes de assumir a SGG, ela ocupava o cargo de subsecretária de Planejamento e Governança na Secretaria de Economia, onde atuava diretamente com gestão, planejamento estratégico e modernização da máquina pública.

Formação técnica e atuação acadêmica

Com formação em Engenharia de Computação pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Danielle também possui MBA em Inteligência Estratégica de Negócios pelo Ipog.

Além da atuação no setor público, ela tem experiência como docente no ensino superior e na pós-graduação, além de participação em consultorias voltadas à área empresarial e tecnológica.

Experiência em inovação e gestão pública

Ao longo da carreira, a nova secretária esteve envolvida em projetos voltados à modernização administrativa, governança pública e inclusão digital — áreas consideradas estratégicas para o avanço da gestão estadual.

A Secretaria-Geral de Governo tem papel central dentro da estrutura administrativa, sendo responsável por coordenar ações estratégicas, acompanhar programas prioritários e fazer a interlocução entre diferentes órgãos do governo.

Contexto político da mudança

A nomeação ocorre em um momento de transição política em Goiás, marcado pela saída de integrantes do primeiro escalão e ajustes na equipe de governo. A tendência é de continuidade administrativa, com alterações pontuais em cargos estratégicos.