O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira que o governo acompanha de perto o processo de liquidação do Banco Master e que a gravidade das suspeitas pode indicar tratar-se de uma das maiores fraudes bancárias da história do país. Segundo ele, a pasta tem dado respaldo integral ao Banco Central na condução da situação, ressaltando a importância de uma atuação técnica e sólida das autoridades envolvidas.
Haddad declarou que vem conversando “quase diariamente” com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que decretou a liquidação extrajudicial da instituição após a identificação de irregularidades e problemas de liquidez. Também afirmou ter mantido diálogo com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, buscando avançar na inspeção dos documentos relacionados ao caso para que a verdade seja conhecida e as responsabilidades sejam apuradas.
- Após operação da Polícia Federal, Luan Alves participa de sessão na Câmara de Goiânia sem manifestações no plenário
- Expansão da Avenida Leste-Oeste segue sem definição após paralisação de viaduto em Goiânia
- Prefeitura e Governo de Goiás entregam mais de 21 mil cobertores para famílias em situação de vulnerabilidade em Aparecida
“O caso inspira muito cuidado. Podemos estar diante da maior fraude bancária da história do país”, destacou Haddad, reforçando que, apesar da firmeza na defesa do interesse público, o governo garante “todo o espaço para a defesa se explicar” dentro dos trâmites legais.
O ministro ressaltou que a cooperação entre os órgãos públicos — Fazenda, Banco Central e TCU — é essencial para esclarecer o caso e, se necessário, buscar meios para ressarcir prejuízos causados à economia e investidores.