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Goiânia intensifica reordenamento urbano e fiscalização na Avenida 24 de Outubro, em Campinas

A Prefeitura de Goiânia deu prosseguimento, na manhã de quinta-feira (26), a uma nova etapa da operação de reordenamento urbano e fiscalização na Avenida 24 de Outubro, um dos principais corredores comerciais do Setor Campinas. A ação foi coordenada pela Secretaria Municipal de Eficiência (Sefic), com o apoio da Guarda Civil Metropolitana de Goiânia (GCM), e faz parte de um projeto mais amplo de reorganização do espaço público na região.

Segundo André Barros, superintendente da Fiscalização de Atividades Econômicas da Sefic, a iniciativa não surgiu de uma denúncia, mas decorre do cumprimento do Código de Posturas do Município, que proíbe a atuação de ambulantes sem autorização oficial nas calçadas da avenida. Os comerciantes foram notificados em 5 de janeiro e receberam um prazo inicial de 30 dias para regularização ou desocupação, que chegou a ser estendido por quase 50 dias após pedidos da categoria.

A operação representa o fim desse período de transição: as equipes emitiram oito autos de apreensão, recolhendo mercadorias e estruturas utilizadas pelos ambulantes — entre elas capas de celular, roupas, brinquedos e alimentos. Todo o material apreendido foi levado para um depósito municipal. Os ambulantes poderão recuperar itens regulamentados, desde que comprovem propriedade, paguem as taxas de remoção e retirarem em até 30 dias.

A Prefeitura reforçou que não serão emitidas novas autorizações para comércio ambulante na própria Avenida 24 de Outubro, uma vez que a via está incluída em um plano de reordenamento urbano e mobilidade, que prevê ampliação viária, implantação de uma terceira faixa de rolamento, além da criação de recuos para estacionamento. Essas intervenções buscam melhorar o fluxo de veículos, garantir maior segurança para pedestres e ordenar a circulação na região.

Além disso, a ação envolveu atendimento integrado com outras secretarias municipais — incluindo a de Políticas para Mulheres e Promoção Social — para orientar os comerciantes sobre possíveis alternativas de trabalho ou inclusão em feiras e outros pontos autorizados, como a tradicional Feira Hippie e demais feiras livres da capital.

A Guarda Civil Metropolitana acompanhou a fiscalização durante toda a operação, que transcorreu de forma pacífica e sem registro de incidentes, reforçando o compromisso da gestão municipal com a reorganização do espaço urbano e a melhoria da mobilidade em um dos eixos mais movimentados da cidade.