A corrida para o Senado Federal em Goiás começa a ganhar forma. Levantamento do Instituto Gazeta de Pesquisas (IGAPE), realizado em Goiânia entre os dias 15 e 18 de março de 2026, mostra um cenário altamente competitivo, com vários nomes embolados e um eleitorado ainda indeciso.
A pesquisa, registrada sob o número GO-00976/2026, ouviu 1.000 eleitores, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
SENADO – 1º VOTO (Goiânia)
Análise – 1º voto
🥇 Gayer (15,3%)
Lidera numericamente, mas dentro da margem de erro. Seu eleitorado mais ideológico garante base sólida.
🥈 Gracinha Caiado (14,7%)
Surge extremamente competitiva, impulsionada pelo peso político do governo estadual. Tem forte potencial de crescimento na pré-campanha.
🥉 Gustavo Mendanha (13,9%)
Nome consolidado e competitivo. Mantém recall alto e aparece como alternativa de centro, podendo crescer com alianças.
🟡 Vanderlan Cardoso (9,6%)
Senador com mandato, aposta na estrutura e experiência. Ainda abaixo dos líderes, mas com espaço para reação.
🔵 Alexandre Baldy (8,6%)
Nome técnico e articulador. Pode crescer com apoio de grupos políticos organizados.
🟢 Zacarias Calil (7,6%)
Perfil técnico e forte ligação com saúde. Crescimento depende de exposição.
⚫ Delegado Humberto Teófilo (7,3%)
Base ideológica fiel. Disputa diretamente votos d direita e dos conservadores.
🔴 Kajuru (2,9%)
Atual senador aparece com desempenho baixo, indicando desgaste e necessidade de reposicionamento.
Indecisos (20,1%)
Altíssimo índice. Mostra eleição aberta.
📊 SENADO – 2º VOTO (Goiânia)
- Gayer — 7,7%
- Delegado Humberto Teofilo— 6,6%
Análise – 2º voto
Aqui está o principal dado estratégico da eleição:
Gracinha Caiado lidera com folga no segundo voto (17%), mostrando forte aceitação transversal.
Gustavo Mendanha consolida posição como nome competitivo em dobradinhas.
O índice de indecisos explode para 37,1%, evidenciando que o eleitor ainda não formou chapa completa.
O cenário político: eleição aberta e imprevisível
A disputa pelo Senado em Goiás em 2026 tende a ser uma das mais acirradas dos últimos anos, com alguns pontos-chave:
1. Fragmentação total
Nenhum candidato ultrapassa 16% no 1º voto. Isso indica ausência de hegemonia.
2. Importância do segundo voto
Com duas vagas em disputa, o segundo voto será decisivo, e hoje ele está completamente indefinido.
3. Eleitor indeciso como protagonista
- 20,1% no 1º voto
- 37,1% no 2º voto
Isso significa que a eleição será decidida na campanha, não antes.
4. Peso das alianças
Dobradinhas e composições políticas vão definir quem entra ou fica de fora.










